Metaplasmo(ses)

(Fonte: Deviantart)


Ao longe a maré vazia entoa os cânticos mudos de quem ficou para trás, não por querer, por ter. Que.

A saudade é um fado triste que tolhe a alma e abre no corpo feridas profundas que só a terra há-de levar.

Perdemo-nos algures numa viagem incerta por caminhos mais infinitos que o universo, e de nós pouco mais resta senão a saudade do que nunca fomos...

Assente a poeira, é tempo de apanhar os cacos e colar de novo o pouco que ainda resta.

Na esperança de que amanhã...

4 comentários:

Catsone disse...

Tive de fazer refresh para ver se itnha entrado no blog certo ;)

Demian disse...

Então porquê, my friend? É pela música, ou julgavas defunto este idoso antro virtual? 9 anos é de facto muito tempo, mas de vez em quando ainda me dá assim uma panca, vá-se lá saber porquê... :)

Ane Montarroyos disse...

A vida é uma saudade acumulada... Vivemos dela. E ela me trouxe aqui.

Dois beijos,
Ane

Demian disse...

Ane,

Ainda bem que, por vezes, a saudade trilha caminhos agradáveis, no caso, o teu regresso a este quase defunto antro de mórbida (ausência de) criatividade. :)

Três beijos e meio.