Cheers

(Imagem: Link)


Feitas viagens em plena embriaguez, pouco mais restam senão porquês, tão excêntricos como belos perante o copo de vinho que anima as noites mais negras da nossa alma.

Não admira que seja este o refúgio dos fracos! Se tudo parece tão mais fácil, quando a capacidade de raciocínio jaz circunscrita em meia dúzia de gargalhadas... No ridículo ziguezaguear do corpo, na impressionante facilidade com que dizemos "amo-te" ou... "gostaria que morresses"...

Brinda-se uma vez aos pretéritos imperfeitos, e na próxima, estala o copo de tantas vezes maltratado, grita também ele pelo auxílio que nunca chega, exaspera

e acaba rejeitado num contentor de lixo próximo, igual àquele que alguém proclamou um dia como "o seu destino", ao afirmar: "Quando eu morrer, até me podem espetar no contentor do lixo, 'sa foda, já cá não estou para sentir e não..."...

Amen (ou CHEERS, como queiram...)...

2 comentários:

Catsone disse...

O libertador da estupidez humana mora numa qq garrafa de licoroso.

Beatriz disse...

Que saudades que tenho tuas, doce *