Inabalável, esta vontade mórbida de alcançar a paz perpétua. Como é tudo tão complexo e frustrante! É ele, o Silêncio (do vazio), o melhor dos conselheiros, ou o pior dos inimigos... É hora de jogar o jogo, repete ele - com uma voz ensurdecedora que quase me rebenta os tímpanos - é hora de jogar o jogo.
(E eu ali, petrificado, sem conseguir acordar de mais este pesadelo (que não o é) (de novo))...
E eu não tenho paz. E eu não tenho vida. E eu não conheço as regras do jogo, meus amigos...
Beating me down, beating me beating me down, down, into the ground...
(E eu ali, petrificado, sem conseguir acordar de mais este pesadelo (que não o é) (de novo))...
E eu não tenho paz. E eu não tenho vida. E eu não conheço as regras do jogo, meus amigos...
Beating me down, beating me beating me down, down, into the ground...

