Castigo

Sensação de revolta maior, jamais me havia atingido. Incrédulo perante certos acontecimentos que NUNCA se deveriam verificar, penso para comigo qual será a melhor solução para um problema que se arrasta há tempo demais. Tentar não perder cabeça e agir de acordo com a razão, ao invés do coração, é tarefa por demais árdua. Certas "vidas" nunca deveriam ter sido geradas - a questão do aborto martela-me o cérebro depois do que se passou hoje - nunca deverias ter nascido, monstro.

Agora que não estás mais sozinha, a solução está próxima - tudo farei para te acordar desse pesadelo. A verdade virá ao de cima, e no final, seremos nós a rir-nos da sua triste figura, privada de liberdades elementares das quais (até agora) se regozijava (por ter)...

"But just like the wounded, and when it's too late, they'll remember, they'll surrender... Never a care for that people who hate, underestimate me now!"

Amour

(Herbst Romantik, by Anjetta, deviantart.com)



Esta falta de inspiração que me assola desde há algum tempo tem-se reflectido nos últimos posts - não é meu apanágio recorrer tão frequentemente a palavras de outrem para preencher este meu espaço (pessoal). No entanto, penso não ter caído ainda na vulgaridade com as minhas escolhas... O impacto de um sentimento como o amor num ser tão nitidamente destruído é porventura o "culpado" de tal acontecimento - não que isso seja mau, evidentemente, é apenas algo que me apanhou de surpresa e com o qual ainda não lido da melhor forma, eventualmente... E enquanto ela (a inspiração) não volta, eis mais uma (letra) dedicada a ti, princesa, desta feita em alemão...



Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie atmet dich sie sucht nach dir
Nistet auf gebrochenen Herzen
Geht auf Jagd bei Kuss und Kerzen
Saugt sich fest an deinen Lippen
Gräbt sich Gänge durch die Rippen
Lässt sich fallen weich wie Schnee
Erst wird es heiß dann kalt am Ende tut es weh

Amour Amour
Alle wollen nur dich zähmen
Amour Amour am Ende
gefangen zwischen deinen Zähnen

Die Liebe ist ein wildes Tier
Sie beißt und kratzt und tritt nach mir
Hält mich mit tausend Armen fest
Zerrt mich in ihr Liebesnest
Frißt mich auf mit Haut und Haar
und würgt mich wieder aus nach Tag und Jahr
Läßt sich fallen weich wie Schnee
Erst wird es heiß dann kalt am Ende tut es weh

Amour Amour
Alle wollen nur dich zähmen
Amour Amour am Ende
gefangen zwischen deinen Zähnen

Die Liebe ist ein wildes Tier
In die Falle gehst du ihr
In die Augen starrt sie dir
Verzaubert wenn ihr Blick dich trifft

Bitte bitte gib mir Gift


(Rammstein, Amour)