Tu que choras por mim à noite, mergulhando numa espécie de embriaguez que te faz gritar o meu nome de uma forma irracional, quase insana: eleva-te desse estado melancólico que mais não faz senão consumir-te lentamente, transformando (o amor) numa espécie de prisão mental da qual ninguém, senão tu própria, te poderá libertar... Sabes que me tens e é uma questão de tempo até as coisas se resolverem por forma a permitir a tão desejada proximidade física das nossas existências, que cada vez mais se aprontam a fundir-se numa só...
E também para ti, que acordas de madrugada para escrever para mim, julgando ser essa uma forma de estares mais próxima deste que aqui te escreve: a forma inesperada como apareceste na minha vida, e em tão pouco tempo a transformaste (de uma forma impensável), é dádiva por demais grandiosa - a retribuição, espero, traduzir-se-à na realização de todos os teus sonhos, por forma a compensar-te devidamente pelo bem que me fizeste... E fazes.
E também para ti, que acordas de madrugada para escrever para mim, julgando ser essa uma forma de estares mais próxima deste que aqui te escreve: a forma inesperada como apareceste na minha vida, e em tão pouco tempo a transformaste (de uma forma impensável), é dádiva por demais grandiosa - a retribuição, espero, traduzir-se-à na realização de todos os teus sonhos, por forma a compensar-te devidamente pelo bem que me fizeste... E fazes.

