Madness...
Saudade. Do tempo em que o próprio tempo fazia sentido... De quando um sorriso bastava para que a mais longa das esperas tivesse feito sentido. De quando as horas nunca passavam na tua ausência, e de quando as mesmas horas passavam a voar, quando estavas comigo. Saudade da tua voz, do teu olhar mágico e do teu toque, dos teus passos, dos teus lábios e das tuas lágrimas. Saudades de ti, tuas, só tuas. Das profundezas do teu espírito que absorveu o meu e o aprisionou algures num lugar que já não existe, e lá ficou, para sempre...
Com o aproximar do tempo frio, as recordações enlouquecem-me... Tudo volta por instantes, como se tivesse passado apenas um segundo... E choro. O mais incontrolável de todos os sofrimentos, como ninguém poderá, nunca, imaginar. Sozinho... Como sempre. Como nunca deixei de estar, mesmo quando estava contigo e me perguntavas o que tinha e eu não respondia... Sozinho.
Nestes dias do fim, de costas voltadas para o mundo, deixo que a loucura se apodere de mim. Esperançado que esse mesmo fim se apresente (ante mim) o mais rapidamente possível... O FIM.
Halloween
Dia da Bruxas. As bruxas, as bruxas. Há tantas por aí... Mas não são tão perceptíveis como isso. Não vestem de preto, não usam chapéu bicudo nem voam em vassouras, mas que as há, há. E bruxos também. Os cientistas dizem que o ser humano utiliza menos de dez por cento da capacidade do seu cérebro, mas podem existir excepções. Existem certos indivíduos que talvez o consigam, utilizar mais que a norma. Sinceramente sempre fui extremamente céptico em relação a tudo, ou quase tudo, o que os meus olhos não vêm. No entanto, por vezes, acontecem determinadas coisas que dão que pensar... E mais não digo. Foi só para não deixar de escrever algo no ultimo dia do mês. Happy Halloween for all ya.
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